musica

quarta-feira, 29 de junho de 2011


"LOVE IS LOUDER THAN....THE PRESSURE TO BE PERFECT"



A amizade entre Demi Lovato e Selena Gomez existe há mais de 10 anos, e isso é muito tempo, especialmente em Hollywood, principalmente pelo fato das duas atrizes terem apenas 18 anos.
Tanto Lovato como Selena são artistas em ascensão. A namorada de Justin Bieber tem sua carreira como cantora e atriz, enquanto Demi anda se concentrando apenas na música, após sua reabilitação.
A amizade entre elas teve seus altos e baixos, mas recentemente a ex-protagonista da sérieSunny Entre Estrelas revelou que Selena sempre esteve ao seu lado durante os momentos mais difíceis que ela enfrentou.
"Amigas são para essas coisas, e devo admitir que ela (Selena) sempre 'esteve aí' para 
Não é que eu não confie mais em amigos, eu não acredito naqueles que se dizem ser “best” e cheios de mimos, amigas pra lá e pra cá… Tem pessoas que conheço a anos e nunca cheguei a confiar nelas. Então acredite, não é o tempo. São suas atitudes comigo que farão de você meu amigo ou não.
                                     
 


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Além de te dar alegria e felicidade, o prazer de ter nossa amizade, adorei, amei, curti, e cada momento sem você me deu mas força ainda pra me recuperar depois nao aguentei sem você pra me aboiar do meu lado, pedi pra sair tentei construir tudo de volta e vem você e ser incrivel q eu sempre adorei e fala tudo aquilo podi ser qualquer outro mas você,nao podia acreditar que você me magoaria, com seu jeito me tirou do precipicio e agora me deixar é como se eu volta-se e apaga-se você pois se você nao existi-se nao viria ate mim,e aconteceu voltei a estaca zero,mas sei que tenho força e raiva de tudo,sei q agora posso talvez seguir sozinho infelizmente se eu cair de novo acho q nao poderei levantar, é a verdade você nao vai voltar infelizmente é a vida,ele curta e grossa, nem tudo e pra sempre nem a vida é aqui na terra.voltei a realidade viver neste mundo que nao é cruel mas nos fazemos del um mundo terrivel e cruel.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Última Música



“a vida é um piano. teclas brancas representam a felicidade e as pretas a angústia. com o passar do tempo você percebe que as teclas pretas também fazem música.”                                              
 (a última música)

minha nova casa



Ontem gastei todo o meu dinheiro e comprei um terreno em Marte. Eis a foto, cedida pela NASA, do meu pedaço de felicidade. Sem gente, sem bicho, sem planta, sem carro, sem computador. Eu e a imaginação vamos morar no vazio.
No infinito. Pretendo não manter mais contato com os tolos, nem com os que habitam minha mente em memórias de estúpidos convívios do passado. Adeus

sem ar


Meu seios está todo cortado. São rasgos do teu peito afiado. Das feridas escapa um grito mudo, abafado como o de um bebê abandonado dentro de um saco na correnteza do rio.  Ninguém escuta a minha dor.

existência


Só existo de verdade quando estou escondido numa brecha do tempo no Hotel Danúbio, quando não há roupas nem medo, vergonha nem fingimento, quando somos só desejo e confiança. O resto do tempo me sinto uma cópia falsificada de mim mesmo.

areia

Música composta pelos grandes Arnaldo Antunes e Marisa Monte. Sou fã. areia pra deixar cair no centro da ampulheta eu vejo enquanto espero aquilo que mais quero o meu amor virá madrugada lenta as luzes piscam letras na janela venta enquanto o carro vai areia pra passar areia pra passar areia como tempo através do [...]

de volta


Para cada ser, existe apenas um único amor nesse mundo. E o meu está de volta. E no meio de um inverno eu finalmente aprendi que havia dentro de mim um verão invencível. Albert Camu

vazio


A saudade me corrói. Sem vergonha alguma, derramo a lágrima dos vencidos

tudo é dor


Promessas falsas. Palavras vagas. Sonhos criados e perdidos na cama de um hotel. Agora, só a arte me consome e me alimenta. Sofro por amar demais. Por não aguentar essa puta hipocrisia. Uma decepção atrás da outra. Estou morrendo aos poucos. A cada segundo. Como cada grão dentro de uma ampulheta. Não há castigo mais [...]

sem ela


Não é difícil morrer nesta vida: Viver é muito mais difícil. Vladimir Maiakóvsk

férias


Preparo uma viagem com o menino que amo. Iremos apenas nós três: eu, ele e o violão. Enquanto os tolos fazem suas malas com destino a resorts de alegria fingidora, quero levá-la para curtir a paz e o sossego de uma praia deserta ou do pico de uma montanha ou do breu acolhedor de uma [...]

ANSEIO (Augusto dos Anjos)


Quem sou eu, neste ergástulo das vidas Danadamente, a soluçar de dor?! – Trinta trilhões de células vencidas, Nutrindo uma efeméride interior. Branda, entanto, a afagar tantas feridas, A áurea mão taumatúrgica do Amor Traça, nas minhas formas carcomidas, A estrutura de um mundo superior! Alta noite, esse mundo incoerente Essa elementaríssima semente Do que [...]

sonho

Sonhei que caía fora desse pesadelo de vida em um fusca vermelho reluzente. Observei pessoas sem suas fétidas carcaças. Ali, foi bom estar vivo. Talvez este seja um lampejo para um texto, uma nova peça. Seu título: LIBERTA-DOR

cadeia alimentar


Estamos numa era de mulheres fáceis, frágeis e descartáveis. E os garotos… um bando de predadores, mamíferos no cio que desconhecem a beleza de amar. E elas caem e esse ciclo podre se alimenta. Bando de tolos! Desgraça desenfreada. Quanta vida ligada no piloto automático. Não ser amado é falta de sorte, mas não amar [...]

vejo luz

Em meio à atordoada escuridão, encontrei beleza neste mundo. Conheci sua forma, sua cor, seu cheiro. Sentir o som do seu nome repousando em meus ouvidos é melhor do que ouvir a mais inspirada canção do Chico. J E S S I C A Poesia pura. Uma luz no meio desse breu sufocante e sujo.

atuando


Disfarçado finjo ser outro. Em um palco vazio, me escondo em frente à plateia. Hipócrita. Cruel. Em cartaz, uma vida qualquer. Medíocre artimanha, do jeito que quiser mostrar. As cortinas sobem, cansadas. De novo, o velho espetáculo. E lá o público. Eufórica turba. Regozijo diante da imitação falsa de suas próprias verdades. Enceno o fim [...]

SOLITÁRIO (Augusto dos Anjos)

Como um fantasma que se refugia Na solidão da natureza morta, Por trás dos ermos túmulos, um dia, Eu fui refugiar-me à tua porta! Fazia frio e o frio que fazia Não era esse que a carne nos conforta Cortava assim como em carniçaria O aço das facas incisivas corta! Mas tu não vieste ver [...
Podem te arrancar um braço, uma perna, tudo bem, você continua vivendo.
Mas a alma?
Sem ela, você é apenas uma caixa de ossos chacoalhando por aí.

quarta-feira, 22 de junho de 2011


Ontem gastei todo o meu dinheiro e comprei um terreno em Marte. Eis a foto, cedida pela NASA, do meu pedaço de felicidade. Sem gente, sem bicho, sem planta, sem carro, sem computador. Eu e a imaginação vamos morar no vazio.
No infinito. Pretendo não manter mais contato com os tolos, nem com os que habitam minha mente em memórias de estúpidos convívios do passado. Adeus